



Quinta-Feira, 15 de Janeiro de 2026 @
Em um mercado cada vez mais orientado por dados e previsibilidade, emissoras regionais buscam superar a barreira da percepção para transformar alcance local em credibilidade técnica diante de anunciantes estaduais e nacionais.
O mercado publicitário evoluiu. Hoje, agências e grandes anunciantes tomam decisões baseadas em previsibilidade, histórico e segurança. Enquanto isso, rádios do interior ainda dependem de pesquisas esporádicas, que exigem equipes de campo, levam tempo para serem concluídas e retratam apenas o que o ouvinte declara naquele momento. Muitas sequer contam com esse tipo de levantamento ou recebem relatórios com métricas que não seguem padrões de mercado, o que acaba levando à criação de midiakits baseados em médias de mercado (geralmente usando dados do Inside Audio), e não em dados próprios que “vendem” a emissora.
O resultado é um cenário de insegurança para quem precisa justificar investimentos em praças regionais.
Foi observando essa lacuna que a Nextdial consolidou anos de experimentação tecnológica e cooperação técnica com Kantar Ibope Media e IRP - Instituto Reality de Pesquisas, para fechar um ciclo fundamental: a criação de um ecossistema onde a rádio regional fala para anunciantes estaduais e nacionais a mesma língua técnica disponível nas regiões metropolitanas.
Na prática, essa visão integrada já viabilizou a apresentação de planos de mídia baseado em evidências, e não apenas em preço, rendendo PIs a algumas emissoras.
Essa leitura permite compreender quais conteúdos geram mais resposta, em quais horários o engajamento é maior e como a consistência da programação sustenta a relevância da emissora ao longo do tempo. É essa visão integrada que cria o que sempre faltou ao rádio regional: previsibilidade.
A partir desse aprendizado, a Nextdial evoluiu para construir a régua de confiança que o mercado exigia, preparando o terreno para um novo modelo de leitura e defesa do valor do rádio fora dos grandes centros.
O mercado caminha para um modelo onde a gestão baseada em dados não será um luxo de grandes redes, mas a régua básica de sobrevivência. Em breve, novos modelos de acesso a essa inteligência devem democratizar ainda mais essa tecnologia para emissoras de todos os portes.

