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Terça-Feira, 30 de Agosto de 2011 @ 00:00

Beto Caffé

Teste
Salve salve amantes do rádio em todo Brasil. Espero que todos estejam bem. Pintando por aqui mais uma das nossas entrevistas com profissionais do rádio brasileiro. A bola da vez é o locutor Beto Caffé, atualmente na rádio Jovem Pan, que conta a sua história profissional e a oportunidade que teve ao inscrever o seu nome no Livro dos Recordes como o locutor que mais tempo ficou no ar numa emissora de rádio, batendo o tempo que já era do hoje seu colega Hamilton Vessi, o Banana. Vale a pena conferir aqui no Entrevistas.
 
Olá Beto, tudo bem? Obrigado por receber a gente para essa entrevista.
 
Fala Tuba e galera do Tudo Rádio, beleza? Prazer trocar uma idéia com vocês aqui.
 
Então, vamos te conhecer um pouco. A sua vida profissional e a sua carreira também. A minha primeira pergunta é por que você resolveu se tornar radialista?
 
Bom, tudo começou aos 13 anos de idade, no interior do estado de São Paulo, em Votuporanga. Já curtia muito o rádio, até que a rádio Clube 92 FM se afiliou a Rede Jovem Pan Sat. Após os primeiros minutos de programação, já me apaixonei por este veículo fascinante e pela Jovem Pan de cara! Percebi que esse mundo de músicas, notícias, bom humor etc... tinha tudo a ver comigo. Daí, comecei a buscar oportunidade pra começar a trabalhar e entender como funcionava tudo aquilo.
 
Nesse começo, quem que te inspirava no rádio?
 
Na verdade, a cada ano que passa, vários profissionais se agregam a essa lista, mas de imediato; Emílio Surita, Bola, Ceará, o Marco Japa, Waguinho, Batista, Paulinho Patto, Rodrigo Lobo, Banana, Tina Roma, Ruy Balla, Marcelo Delalibera, Osmar Cunha, Anderson Luis, Betinho, Paulo Eugênio, André Gaspareti, Tony Brown, Lui Mazzini, Rony Viana, o Braga, Ronco - entre outros. Tenho que parar ou não irá caber aqui. (Risos)
 
O que você fazia antes disso tudo na sua vida?
 
Nessa época, eu era muito jovem ainda, Tuba. Tinha 13 anos de idade, só estudava e trabalhava com um amigo que era DJ de danceteria, onde eu aprendi e fui por um tempo também. Aliás, éramos DJs só nos finais de semana, nessa danceteria que existia em um clube da cidade. (Risos) Coisas de interior, mas durante a semana, éramos técnicos de eletrônica. Ainda bem que eu larguei mão disso. (Risos) Por que tudo que eu desmontava, quando ia montar, sobrava uma peça. (Risos)
 
Você nasceu em Campinas?
 
Não, Tuba. Tenho grande carinho pela cidade de Campinas, mas sou mais do interior (puxado o R com sotaque). Sempre disse que era nascido em Bauru, pra facilitar as coisas, mas na verdade sou nascido em uma cidade pequenininha ali perto. Duartina. (Risos) É isso mesmo, não se assuste e a pouco tempo, descobri que eu não sou o único de lá, não. O Betinho, meu amigo-irmão da Band, também é Duartinense. Nascemos no mesmo hospital inclusive. Putz, desnecessário isso, né? Mas só tem uma na cidade. (Risos)
 
Entendi, você tem alguém na sua família que trabalhava com rádio?
 
Não. Todos são normais. (Risos) Meus pais eram diretores de escola.
 
Tinha algum outro sonho profissional, caso a carreira não desce certo?
 
Sinceramente, não! Nunca tive um plano B. Era isso ou era isso. Tinha que dar certo. Demorasse o tempo que fosse necessário.
 
Quais foram as rádios que você já trabalhou?
 
Rádios Unifev FM e Clube AM e FM em Votuporanga, Alvorada AM em Cardoso, Clube AM e FM em Lins, Vale Verde FM de Tatuí, Clip FM de Indaiatuba, 89 FM de Campinas, Jovem Pan FM 91,1 de Sorocaba (por duas vezes), Vanguarda FM em Sorocaba e Band FM São Paulo e Jovem Pan FM 100,9 São Paulo.
 
Quem foi a primeira pessoa a ti dar uma oportunidade em rádio?
 
Foi um radialista de Votuporanga, que devo muito, chamado Orlando Ribeiro.
Era coordenador da Clube FM na época. Consequentemente, devo citar também o Dimas Camargo, Danilo e Dirceu, irmãos e proprietários do Sistema Vanguarda de Comunicação e que me deram oportunidade. Tem também o saudoso seu Nelson Camargo - Jornalista e Fundador (in memorian).
 
Lembra qual foi o nome do seu primeiro programa em rádio?
 
Lembro sim, porém, nem nome tinha. (Risos) Era de madrugada, mas se não me engano, era Madrugada da Clube o nome do programa. Eu era locutor "cuco", (Risos) Só falava a hora certa.
 
Qual a sua opinião em relação aos sites de relacionamento hoje fazerem parte do rádio?
 
Acredito que esses sites, são uma grande ferramenta pra nós comunicadores.
Facilita a interatividade, o bate-papo com o ouvinte. A opinião sobre os programas que estão no ar. Ajuda conhecer novas culturas, novas palavras, gírias, etc. Principalmente pra quem faz rádio jovem, é muito bom.
 
Qual a diferença de se trabalhar em uma emissora do interior com uma de centro maior?
 
Acho que a diferença esta na estrutura e na abrangência. A responsabilidade no que se fala, digo no sentido de certos detalhes. Como hora certa, comentários sobre o tempo etc. No caso da Jovem Pan FM, onde há afiliadas por todo Brasil, esses vacilos de comunicação, não podem rolar. Não se pode falar do tempo por exemplo, pois na capital pode estar sol e em alguma outra região do país, pode-se estar nublado ou chovendo. Aí, vão nos chamar de loucos. (Risos) Mas de qualquer forma, que fique claro. Não importa onde você esteja. Numa cidade grande, rádio grande ou pequena, faça o melhor. Os ouvintes merecem o melhor de você e sempre tem alguém do mercado radiofônico ti ouvindo e ti avaliando. Numa dessas, surgem os convites e propostas de trabalho.
 
Como pintou a idéia de entrar nos Livro dos Recordes e bater o Banana?
 
Bom Tuba, surgiu de um bate-papo informal, sobre uma ação de 15 dias que aconteceria no centro de Campinas na rádio em que eu trabalhava, antiga 89 FM. E daí, pintou o assunto do Recorde do Banana em 93 e veio o convite para tentar o mesmo feito em 2007. Sendo a quebra de dois recordes: o de locutor com maior permanência no ar; conquistei com 106 horas e 41 minutos e o recorde do sono. O ser humano que mais tempo ficou acordado com 109 horas e 21 minutos.
 
 
 
Como foi esse projeto?
 
Puxado, viu? (Risos) Vinte dias de spa, com massagens diárias pra relaxamento do corpo. Consultas com médico também diariamente, com nutricionista, academia, adaptação ao cardápio e alimentação dosada durante todo dia. Além de outras coisas.
 
 
É verdade que você fez locução pelo celular em um chuveiro improvisado?
 
Na verdade sim. Fiz locução embaixo do chuveiro com um celular, mas era em um hotel onde eu já estava hospedado. Eu tinha que estar no ar a cada 3 minutos. Do contrário, passado os 3 minutos, zerava o cronômetro e começava tudo de novo. (Risos)
 
Nossa que punk! Qual foi a pior parte de se bater um recorde?
 
O quarto dia. Estava muito cansado, debilitado, apesar da boa alimentação.
Porém era regrada, pra não pesar no estômago e dar sono. Como aquele sono que bate na gente pós cada refeição. Lembrando que nada de café, energético ... poderia ser consumido. E dois auditores não saiam da minha cola.
 
Você já tinha essa idéia em mente de já querer quebrar esse recorde?
 
Na verdade não era nem de quebrar o recorde que eu tinha vontade, mas sim de passar por essa experiência. Se não tivesse ficado mais horas que o Banana, também estaria bom. Mas não nego, topei de prima o convite.
 
Hoje vocês dois trabalham juntos. Alguma vez conversaram sobre o assunto?
 
Sim, algumas vezes. (Risos) E comentamos sempre dos doidos pelo mundo,  que encaram essa também. Mas que fique claro, o Banana é o causador da minha motivação. Hoje o tenho como amigo e sou fã dele. Sempre fui. Já demos algumas risadas juntos sobre o assunto.
 
Acha que trabalhar em rádio tem um certo glamour?
 
Acredito que sim. Mas pra mim, o glamour está em ter acesso a todas as pessoas, em todos os cantos do Brasil. Saber que em algum lugar por mais distante que seja e longe da realidade que vivemos, tem alguém que ti ouve e curte o seu trabalho. Isso não tem preço. É isso que me move. Espero ter respondido.
 
Qual o pior da profissão, na sua opinião?
 
Tuba, acho que não existe essa, cara. Desde de que você ame o que se faz, tá tudo certo. Cada um na sua. O que sempre digo é quenão seja um frustrado na vida, seja feliz com o seu trabalho. Se o cara que cuida do jardim da sua casa, cuida com amor, põe carinho no que faz e ama com detalhes a sua profissão, é o que importa.
 
E qual é o grande barato da profissão?
 
Ser ouvido por milhares de pessoas, fazê-las rir, curtir o seu trabalho em todos os cantos do mundo. A internet ajuda muito com alguns ouvintes que trocam idéia com a gente e estão em outros países nos ouvindo. É isso!
 
Conte nos uma curiosidade sua no rádio que até hoje se lembra.
 
Quando fazia horário de madrugada no interior e o sono pesava, eu acabava dormindo sentado. Quando a rádio não saia do ar devido ao meu apagão de cansaço ou acabava o disco e ficava o som do selo raspando. Tem outras piores, mas melhor não falar. (Risos)
 
Já são quantos anos de carreira no total?
 
Desde 93, em Novembro de 2011, completo 18 anos de estrada no dia 26 de novembro.
 
Acha que o sucesso profissional está na oportunidade de se trabalhar em uma grande emissora em SP ou no RJ?
 
Cada um pode dizer por si, onde está o sucesso profissional e o que almeja.
O meu sempre foi estar em São Paulo, entre os grandes profissionais que vi e me espelhei. Em estar entre as grandes rádios. Aprender sempre com eles, ter novas experiências e reciclar o que já se sabe. O meu sucesso está muito mais na minha conquista pessoal de vida do que ser famoso e afins.
 
Achas que é melhor de sonoplastia ou locução?
 
Sinceramente, não sei! Deixo pra que os ouvintes digam. Sério mesmo!
 
Você comentou que já teve experiência com rádio AM?
 
Sim, fiz e curto muito. Outro público, mais bate-papo e informação. Viramos gente da família de quem ouve. Muito legal.
 
Tem vontade de voltar a fazer?
 
Quem sabe? Se conseguir conciliar com a Jovem Pan FM, tudo bem.
 
Qual a diferença entre ouvir e escutar rádio pra você?
 
Ouvir é na hora que estamos no lazer, numa festa, no carro, em algum lugar desprendido do trabalho e desligado do mundo. Escutar já encaro no atentar mais ao que se fala, ao que se toca, aos erros e acertos de uma programação e locução. Uma situação mais critica e profissional, do que se deve ou não fazer no ar.
 
Qual foi o pior mico que já pagou diante dos microfones?
 
Ler nota de falecimento com música de pagode de fundo. Putz!!! Que lamentável. (Risos) No começo, tudo é festa inclusive o erro clássico de esquecer o microfone aberto. (Risos)
 
É verdade. Como pintou fazer Jovem Pan?
 
Sempre estive por aqui vendo os amigos, batendo papo com a galera. Até que uma oportunidade apareceu, um dos locutores comentou comigo. Me solicitaram um piloto, enviei e dai pra frente deu tudo certo. Após mais de uma década de luta, chegamos aqui. Sonho acalentado durante todo esse tempo.
 
Que horas é o seu programa na Jovem Pan?
 
Das 18 as 22 horas nos 100,9 SP e no final de semana conforme a escala pra Rede Jovem Pan Sat também.
 
Quanto tempo de casa já?
 
Um ano e três meses.
 
Com a tecnologia avançando sem precedentes, qual a sua opinião sobre o rádio no futuro?
 
Cada vez mais dinâmico e imediatista. Onde a cada novidade nos deixa mais próximos e ligados aos ouvintes. O lance é ser interativo e divertido. O ouvinte tem as rédias do que quer ouvir. Ou os atende ou esta fora.
 
Qual a sua opinião sobre o DRT?
 
Necessário. Acho que antes de abrir o microfone e sair falando, estudar e saber os porquês de como tudo funciona, é importante. Ser responsável com o que se fala, saber das leis, saber até onde se pode falar e ousar. Respeitar os que lutaram pra tê-lo. Lembrando que ter um DRT é necessário e justo com os que buscaram os seus. Mas que fique claro que existe a diferença entre ter um DRT e estar apto pra usá-lo e trabalhar no meio rádio. Diploma não dá espaço no mercado de trabalho e sim, seu talento e experiência. Use o estudo e a conquista do seu DRT ao seu favor. O todo ti ajudará e muito. Pense!
 
Nesses dias tão frios as vezes, tem alguma receita infalível contra rouquidão ou preparativos que antecedem a sua entrada no ar?
 
Já fiz muito aquecimento vocal, café, etc ... Mas hoje, Tuba, não dá tempo. Água mesmo e boa! Uma maçã as vezes, cai bem também.
 
Exerce algumas outras funções, faz ou pensa em fazer TV algum dia?
 
Já fiz algumas coisas em TV, mas não sei, quem sabe?
 
O que gosta de fazer além do rádio? Tem algum hobby?
 
Sempre fui muito ligado ao esporte. Joguei volei muito tempo, pratiquei taekwon-do. Mas hoje, só musculação, filmes - amo o cinema - livros e uma barzinho de vez em quando.
 
Qual seria ou o que gostaria de fazer quando encerrasse a carreira no rádio?
 
Sinceramente, parar de trabalhar, é algo que não penso tão cedo. Porém, quando aposentar, (atenção rádios do litoral de todo Brasil) gostaria muito de ir trabalhar em uma rádio no litoral brasileiro, fazer o meu horário e ficar aquele velhinho sentado nos quiosques olhando o mar.
 
Muito bom, hein? (Risos) Qual seria o seu conselho pra quem agora pretende se enveredar como radialista?
 
Que lute. Não desanime. Busque os seus sonhos sempre! Que por mais "nãos" que você leve, o sim virá, tenha certeza. Acredite em você, no seu potencial e coloque amor e dedicação no que faz. Sempre tenha os pés no chão. Escute mais do que fale, se cerque de bons amigos e bons profissionais. Jamais esqueça suas raízes, seus amigos do começo de carreira. Tenha caráter, isso falta muito nos dias de hoje. Agradeça a Deus pelas oportunidades e seja grato as pessoas que ti estenderam a mão, nunca as esqueça. É isso!
 
Qual seria a principal virtude que uma pessoa teria que ter para se tornar uma grande profissional do rádio?
 
Dedicação!
 
Onde ti encontrar nas redes sociais?
 
No Orkut Beto Caffé Jovem Pan FM 100,9 SP/Rede, no Facebook Beto Caffé e no Twitter @betocaffejpfm.
 
Betão, quero agradecer esse nosso papo e peço que deixe o seu recado para os ouvintes que curtem o seu trabalho e os leitores do site Tudo Rádio.
 
O Tuba, obrigado vocês. Parabéns pela dedicação de todos em falar desse veículo maravilhoso e contagiante que é o rádio. Um grande abraço a todos os radialistas , sem excessão. E conte com a gente, sempre! Gostaria de pedir um espaço pra agradecer algumas pessoas. Agradeço a todos da Radio Jovem Pan FM e AM que sempre me deram a maior atenção e carinho, desde de que cheguei por aqui. Aos meus amigos de trabalho e os locutores da casa. Viemos bem no Ibope, estamos crescendo mês a mês e continuaremos subindo. Parabéns a todos. Ao Tutinha e Marcelo Eduardo, que acreditaram no meu trabalho, obrigado, conte sempre comigo! Ao Marcelo Siqueira, Murillo Jr e Betinho, grandes amigos. Ao meu pai Douglas, e filhas Paula e Amanda. Aos amigos que conquistei durante toda minha trajetória e a você ouvinte. Valeu Tudo Rádio, vocês são demais! Rodrigo Tubaraum, abração e obrigado pelo convite. Só tem fera nesse espaço e me sinto lisonjeado em poder contar um pouco de mim. Valeu!
 
Bate Bola Rápido
 
Eu sou: realizado
Mas poderia ser: mais feliz (Risos)
Jovem Pan: um sonho conquistado depois de anos de espera
Um fone: Sony MDR - 7506
Um microfone: Newman
Rádio: minha vida
Time do coração: "Curinthia" (Risos)
Meu pior defeito no ar: falar muito (Risos)
São Paulo: amo, adoro esse corre-corre todo
Ranking Brasil: boa lembrança do recorde
Meu recorde: algo que me deixa feliz e orgulhoso e deixo de exemplo as minhas filhas, lutem sempre!
Uma música: Grenade - Bruno Mars
WAV X MP3: mais qualidade tem o wave, porém ocupa muito espaço no meu mp4 (Risos)
Uma pessoa especial: minhas filhas
Agradeço ao: bom Deus que me deu a chance de viver e presenciar tudo de maravilhoso que vem me acontecendo
Uma Voz: Jorge Ramos e mais uma, vai: Chris Corley
Um radialista: Emílio Surita
Quando ligo o microfone: ... fico doido
Beto Caffé por Beto Caffé: um sonhador
 
Tags: Jovem Pan 2

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Rodrigo Viriatto

Rodrigo Viriatto, conhecido no meio como Tubaraum. Quatorze anos como locutor, profissional formado. Atualmente está na Sete Colinas FM em Uberaba/MG, mas já teve passagens por algumas rádios da cidade e região do Triângulo Mineiro. Futuro jornalista, tem 34 anos de idade e é mineiro de Itaúna.



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