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Na sua opinião, qual formato de rádio deverá passar por uma maior expansão no número de rádios no mercado brasileiro em 2020?

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Terça-Feira, 26 de Fevereiro de 2013 @ 00:00

Simone Rigotti

Nosso correspondente Rodrigo Tubaraum conversou com a radialista Simone Rigotti. Confira.
Teste

Salve, salve amantes do rádio em todo Brasil. Espero que todos estejam bem. De volta aqui com algumas entrevistas exclusivas com os ícones do rádio brasileiro. Estive dia 1º de fevereiro de 2013 no começo da madrugada, com a locutora e professora de rádio FM, Simone Rigotti, no Chaves Palace Hotel aqui em Uberaba/MG, conversando sobre sua vida profissional. Ela com a família, esteve de passagem pela cidade e acabamos nos encontrando para colocar o bate papo em dia. Eu já havia conversado com ela em uma outra oportunidade para o Tudo Rádio. Neste encontro de uma hora, Simone nos adiantou com exclusividade, a sua saída da Clube FM de Brasília, onde ela já fazia o seu programa matinal diário, para a Band FM Florianópolis, em um novo projeto profissional. Confira com a gente aqui no Entrevistas.

Boa noite Simone! É um prazer falar com você novamente. Tudo bem?
 
Tudo bem, Tuba! É um prazer enorme te conhecer agora pessoalmente, viu? É incrível o que as redes sociais proporcionam hoje em dia. A gente faz um monte de amigos, às vezes nem se conhecem, mas acabam se conhecendo pessoalmente e parece que se conhecem há anos, não é? É o que está acontecendo agora, no nosso caso.
 
É verdade. Eu fico contente por você estar passando por Uberaba, mesmo que seja tão rápido, neste horário da noite, começo da madrugada. Estamos incomodando sua privacidade com o seu marido e a filha, por que eu sei que você já começa o ano de 2013 com novidades, não é?
 
Isso. 2013 já começou bombando. Eu estava na Clube FM em Brasília, que é uma rádio maravilhosa do Correio Brasiliense, dos Diários Associados, fiquei dois anos e agora estou com novos desafios profissionais. Estou voltando para Santa Catarina e indo assumir um horário de locução na Band FM de Florianópolis.
 
Pois é, relembrando uma entrevista que tivemos juntos em 2009 ou 2010 aqui no Tudo Rádio, você já trabalhava em uma rádio no Sul do país e inclusive era professora em uma universidade. Isso acontecia quando você recebeu o convite para ir trabalhar na Clube FM de Brasília. Agora voltando para Florianópolis com esse novo projeto, você voltará também a dar aula?
 
Então, eu lecionava na verdade em um curso de locução. Um curso de extensão da universidade. É algo que eu gosto muito de fazer. Eu já lecionei na Rádioficina e no SENAC em São Paulo. Criei o curso de Locução FM em São Paulo e gosto bastante de dar aula. É uma coisa que eu acho que vou continuar em Florianópolis. Dando aulas. Mas só o tempo vai dizer, por que agora com mudanças, tudo isso começando, rádio nova, tendo que conhecer novos profissionais, novos colegas que vou me relacionar por lá, mas essa parte de lecionar é algo que eu gosto bastante, viu Tuba?
 
É, eu sei, mas esses dois anos lá na Clube FM? Como é que foram para você? Eu sempre ficava te acompanhando, como acompanho um bocado de gente nas redes sociais, mas fiquei muito feliz pela sua novidade. Se eu não me engano, fui um dos primeiros na época a saber sobre sua mudança de Floripa para Brasília. Você estava felicíssima, mas eu não podia ainda divulgar. Agora com esse novo convite, me conta como foram seus dois anos em Brasília?
 
É verdade! Olha, sem medo algum, eu comparo a Clube FM com os tempos áureos da rádio Cidade em São Paulo. A rádio Cidade que foi um ícone, um marco em São Paulo no fim dos 80 e boa parte dos 90, que deixou história mesmo e a Clube, eu posso comparar no nível de equipamento, no nível de investimento e no nível de profissionais que trabalham lá. Então ela é uma rádio que investe no seu pessoal e em tudo. No seu layout com aquele ônibus maravilhoso que tem um estúdio dentro, então ter passado pela rádio e ter feito um programa com o Arthur Luis, o Elismar um programa de manhã que hoje é o mais ouvido da rádio, foi um privilégio muito grande. Agora morar em Brasília é uma experiência incrível, pois só quem mora lá, conhece o que realmente é Brasília. Brasília a gente olha e acha que é meia dúzia de p... (risos) políticos que a maioria, a gente não gosta, xinga e acha que Brasília é aquilo. Que nada! Brasília tem 3 milhões de habitantes, pessoas muito trabalhadoras que ralam mesmo e aqueles políticos na verdade, a gente tem pouco contato. Pra falar a verdade, eu vi uma meia dúzia. Um dia fui levar a minha filha ao podólogo e estava lá, Edson Lobão, ministro de Minas e Energia, sentado do lado dela para ser atendido. Então, esse tipo de coisa acontece em Brasília de você encontrar. E muito jornalista, né? Jornalista de tudo quanto é lado, fazendo ao vivo, na correria, enfim, Brasília é uma cidade linda, gostosa de morar e quem tiver essa experiência ou oportunidade de ir morar lá, tem que ir mesmo, pois valerá muito a pena.
 
Entendi, mas os mais chegados de você e o pouco que a gente conversava off-line, sabem que a sua paixão é a sua terra, o Sul do Brasil. E agora você estar voltando para um lugar onde você nasceu e foi criada é sempre muito bom, né?
 
É eu sou do Sul, nasci no Rio Grande do Sul, apesar de que o gaúcho é um estado de espírito, não é, mesmo sem ter necessariamente nascido lá no Rio Grande do Sul. Sou gaúcha, mas é perto de Santa Catarina, já morava no estado quando a minha filha nasceu, meu marido também é de lá, então é um resgate da cultura, é uma coisa gostosa e a gente está apostando nessa mudança. Tomara que dê tudo certo.
 
Muito bem, abrindo parênteses, Rio Grande do Sul nesses últimos dias ficou bem falado mundialmente falando, pelo fato da tragédia com os mais de 240 jovens mortos durante uma balada em Santa Maria na boate Kiss. Nos como radialistas e que trabalhamos com os jovens em geral ficamos chocados, mas Santa Maria fica bem perto da sua cidade natal?
 
Não, fica há uns 300 quilômetros mais ou menos de onde eu nasci, mas eu tenho parentes que residem na cidade. Inclusive eu fui acordada com a notícia e lembrei na hora dos meus primos que estão nessa idade de sair e ir para noite, mas graças a Deus nenhum deles estava lá este dia na boate. Ai uma tragédia para quem é mãe e para quem não é, já se sente muito. Quem é, como eu, já imagina tendo que buscar um filho naquela situação, né Tuba? A gente que já fez muito baile de noite, já se meteu em cada lugar que ‘se pegar fogo, nunca mais saio daqui’, olha foi triste mesmo, viu?
 
É verdade, agora voltando a sua vida profissional, você teve essa oportunidade de lecionar locução em Brasília? Pois muito dos seus ouvintes e até profissionais, em relação a sua entrevista passada, me disseram depois que não sabiam que você dava aulas.
 
Então, só pra deixar bem claro, o curso de locução já existia no SENAC e quando eles me convidaram, me disseram que queriam um curso específico para FM. Foi aí a minha participação, mas o curso já existia. Em Brasília, acabou que assim, além da rádio, eu escrevia uma coluna para o jornal da rádio e depois com a chegada da internet, agora todo mundo pode ter um home studio, então, eu investi mais no meu home studio. Montei um estúdio em casa e através dele, eu faço gravações, muitas “Uras” que são as mensagens gravadas, como por exemplo, a Ticket For Fun que quando você liga para comprar seu ingresso, é a minha voz que você ouve. Na Alpargatas, na Sky também, então são vários lugares que eu faço esse trabalho, essas gravações para várias produtoras do Brasil. Nisso eu preferi ficar na rádio, escrever na coluna e investir no meu home studio. Mas lecionar é sempre muito bom, eu gosto e tenho que encontrar um espacinho na agenda para voltar a fazer.
 
Você acha que nos dias de hoje, mesmo com a alta tecnologia avançando sobre as rádios, é viável se falar em curso de locução, curso de rádio e tal? Sabemos que no interior do Brasil, aqui no interior de Minas, quando se fala em DRT, ainda é um assunto bem polêmico. Talvez esse tipo de coisa funcione para cidades maiores ou as capitais. Qual a sua opinião a respeito disso?
 
Se você vai para uma grande rádio, eles pedem o seu registro. Eu me lembro que quando cheguei em São Paulo, eles perguntaram se eu tinha o DRT na época. Eu não tinha o DRT, mas se eu tivesse um número “xis” de tempo em carteira assinada, eu poderia ir e adquirir o DRT no sindicato.
 
É o famoso direito adquirido?
 
Exatamente. Foi o que aconteceu comigo. Como eu tinha mais de 5 anos, ou seja, um número “xis” de registro. Mas, eu acho assim: Para a pessoa que quer começar, como é que ela vai começar? Vai chegar numa rádio e pedir uma oportunidade? A pessoa vai perguntar se você tem experiência e você vai dizer que não, e então como é que eu vou adquirir essa experiência? Então, eu acho que o curso é uma porta de entrada no meio. Eu sei que no interior, não é cobrado o DRT para se trabalhar numa rádio, mas é uma porta de entrada e de conhecimento muito grande. Quando eu trabalhava em São Paulo, já a rádio Cidade eu pensei: ‘e agora o que eu vou fazer?’ Fui fazer uma faculdade de jornalismo, apesar de na rádio eu não ter a necessidade. Mas depois foi muito útil pra mim, até por que por conhecimento pessoal mesmo. É natural. Você abre os horizontes com conhecimento que você nem imaginava antes. Então, eu acho que são complementos que a gente tem que ter. Eu vejo o que me entristece às vezes, é ver o locutor que pararam no tempo. Nunca mais estudaram, não falam inglês ou não tem uma base no inglês, falam o português errado às vezes, ‘pra mim comer’, ‘menas’, muitas coisas que você deve ter ouvido por aí, enfim. Não podemos parar no tempo. Ah, você é um locutor de uma rádio boa, mas não para por aí, pois uma hora alguém vai vir e vai ser melhor do que você e vai tomar o seu lugar. Então se você não quiser que isso aconteça, eu acho que a gente tem que se reciclar, se renovar, apesar que a idade vai chegando para todo mundo, né Tuba (risos), não é só para mim e para você (risos). Então se você não se reciclar, fica para trás mesmo. E o curso, para quem pode fazer, como uma Radioficina em São Paulo, do Cyro César, meu amigo, profissional maravilhoso que trabalhou comigo na rádio Cidade, é um curso maravilhoso e acho interessante. Não pode ficar todos os meses fazendo, então faz um curso de reciclagem de verão, pequenos cursos que você pode fazer, aqui para vocês acho que em Belo Horizonte deve ter, né, enfim...
 
... isso, é mais ou menos próximo. Eu tirei o meu DRT no SENAC de Ribeirão Preto com o meu professor Jason Lee na época e fiquei muito feliz. Embora tenha sido muito dificultoso e corrido por estudar e exercer a profissão, mas é algo bastante gratificante. Eu entendo o fato de você falar do assunto pelo fato de você adquirir conhecimento pessoal, apesar da prática, já que a teoria é sempre muito importante também, não é?
 
Isso. Eu acho muito importante mesmo. A gente vê que quem tem vontade de ser locutor, não adianta fazer outra coisa.
 
É verdade.
 
Não é? Eu, por um período da minha vida, fui fazer outra coisa, acho que foi válido eu ter parado e ter feito outra coisa.
 
Foi quando você sumiu e eu te descobri lá no Sul, não foi?
 
Isso mesmo, mas foi bom sabe? Você adquire novas experiências e você volta para o rádio. Eu sonhava toda noite que a música estava acabando, que eu num tinha pegado os cartuchos, enfim... coisa de antigamente. Então não adianta você querer fazer outra coisa se a tua vontade é sentar ali e falar no microfone e fazer o seu programa. Você não vai ser feliz fazendo outra coisa.
 
Mas você com essa experiência toda e passagens por tantas rádios, já teve a oportunidade de coordenar outros profissionais em uma rádio?
 
Sim, eu já coordenei uma rádio em Balneário Camboriú/SC por três anos, acho que foi uma experiência muito bacana e depois que você coordena, você passa para o outro lado, vê que não é fácil essa posição e passa a entender quando o seu coordenador te dá aqueles puxões de orelha, por que ele é muito cobrado. Os diretores, coordenadores são muito cobrados por audiência, por faturamento, enfim, tudo o que você faz parece que é culpa do coordenador depois, né, mas é uma experiência muito legal ver o outro lado e eu acho, aproveitando a oportunidade, que quem é coordenador e nunca foi locutor, é difícil entender o que a gente passa ali, quando estamos sentados naquela cadeira. Às vezes, a cadeira não é a ideal, dói as suas costas. O cara não sabe o que é ficar quatro horas por dia sentado ali e não poder sair do estúdio por causa da correria que é e tal... então, o coordenador que já foi locutor, a rádio é muito melhor e os locutores mais valorizados.
 
É eu acho também que os profissionais poderiam ser valorizados assim. Que os bons locutores tivessem a oportunidade de coordenar os demais e assim se renovar as suas experiências profissionais.
 
Isso, e é um reconhecimento. Quando se trabalha em tantas rádios diferentes e tal, você acaba aprendendo bastante. Já sabe o que cola e o que não cola mais, né Tuba?
 
E qual é o seu segmento preferido de todas essas?
 
Olha eu danço conforme a música. Mas é engraçado por que sempre, apesar de ter trabalhado na Jovem Pan em São Paulo que é um segmento bem Pop, entre outras que trabalhei, eu acho que a que casa mais comigo é o rádio popular, que é o segmento que todo mundo gosta. Seja qualquer idade, classe social, todo mundo curte, é um linguajar que todo mundo entende e é gostoso você conseguir falar ao coração da pessoa. A pessoa se emocionar com algo que você disse, te encontrar e lembrar que aquilo que ela ouviu de você, a tocou em um certo momento, eu acho que é a melhor coisa da nossa profissão. É o nosso melhor pagamento.
 
Hoje você está numa fase profissional que você vê mais mulheres trabalhando no rádio. Uma mudança muito grande em relação os tempos passados, ao passo que hoje, tem rádio que se destina a ter somente vozes femininas em sua programação. Qual a sua opinião atualmente com essa enorme quantidade de mulheres na profissão, como locutoras?
 
Eu acho que é uma consequência natural, viu? Antigamente não se pensava em ter uma presidente mulher, não tínhamos chefes mulheres, hoje temos e o rádio era um segmento extremamente machista, dos vozeirões. Mas a mulher foi ali, conquistando um espacinho, de repente ganhava um horário, né? Uma locutora na Clube FM de Brasília, que agora eu saí, éramos três mulheres. Eu, Andréia e Lili. Éramos três fazendo horário, Lili maravilhosa, Andréia também, excelentes vozes, pessoas maravilhosas, então a mulherada hoje tem a Disney FM em São Paulo que eu sei que tem um monte de meninas também e antigamente, saía uma menina entrava uma voz masculina. Hoje não. Sai uma voz feminina entra outra no lugar, cada uma com a sua voz e sua personalidade, não é tudo igual, é diferente, então é muito bacana por que a gente conquistou um espaço natural, como a Dilma presidenta.
 
Simone, estamos encerrando nossa entrevista e queria que você deixasse a sua mensagem que estará a disposição aqui neste espaço para os leitores do Tudo Rádio e profissionais de rádio em todo Brasil que acompanham o nosso site. Aproveite e deixe essa mensagem aos colegas que você deixou recentemente em Brasília na Clube FM. Ao seu ex-patrão, ex-diretores, enfim, o seu recado final, já que você está aqui em Uberaba, mas passando em mudança para Florianópolis/SC, o seu novo destino, agora na Band FM de Florianópolis.
 
Eu quero te dizer que foi muito bacana te encontrar aqui, uma grata surpresa, obrigado pelo presente. Gente ele me presenteou com um super omeletão aqui, (risos). E eu estava falando com a minha filha (Alanis, que filmava a entrevista) que esse meio de rádio é tão legal que me trouxe tudo o que eu tenho, inclusive o meu marido que era o meu ouvinte.
 
Nossa, que lindo! Que coisa meiga ... (risos)
 
(Risos) É. Então, tudo o que eu tenho foi o rádio que trouxe. Eu sou muito grata. Quero deixar um abraço para o pessoal da Clube FM de Brasília (emocionada). Foi uma rádio maravilhosa e eu só saí mesmo para um novo desafio profissional, que é ir para outra grande rádio. Eu amei tudo o que eu aprendi lá. Eu sei que os meus colegas lêem as colunas do Tudo Rádio, então provavelmente irão ler a entrevista (risos). Que eu já estou com saudades deles, são todos muito profissionais lá, que trabalham lá, que sabem o que fazem e agora eu estou animadíssima com o novo programa que irei estrear provavelmente será de manhã na Band FM Florianópolis, super animada com a Ilha da Magia, que você conhece bem, uma cidade linda, já tive vontade de ir para lá outra vezes, mas nunca tinha acontecido, agora aconteceu e estou super feliz com 2013 que está começando cheio de novidades pra gente, entrando com o pé direito (emocionada). 
 
Eu quero te agradecer demais essa oportunidade aqui, já te disse que a minha mãe era sua fã nos 90 na rádio Cidade em São Paulo onde te ouvia e vai ser um grande presente tudo isso quando for contar pra ela. Eu fiquei muito feliz pessoal e profissionalmente falando. Parabéns para você e a gente aqui deseja que o seu novo projeto profissional seja ao seu contento, do jeito que você imaginou e imagina, junto com a sua filha e seu marido e que esteja feliz no lugar que sempre te acolheu que é o Sul do Brasil, a sua casa.
 
Obrigada, sucesso pra você e os meninos do site, beijo e agora eu espero a sua visita por lá pra comer um peixinho na Ilha.
 
Em breve a gente combina!
 
Eu vou esperar. Um beijo pra você. Com Deus e obrigada.
 
Essa foi a locutora Simone Rigotti, uma super personalidade do rádio, uma das maiores locutoras do Brasil que de mudança de Brasília para Florianópolis, passou por Uberaba, aqui no Triângulo Mineiro, e conversou com a gente no Chaves Palace Hotel para o Tudo Rádio. Você agora poderá ouvi-la na Band FM 96.1 de Florianópolis.
Tags: Clube FM, Band FM, Simone Rigotti,

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Rodrigo Viriatto

Rodrigo Viriatto, conhecido no meio como Tubaraum. Quatorze anos como locutor, profissional formado. Atualmente está na Sete Colinas FM em Uberaba/MG, mas já teve passagens por algumas rádios da cidade e região do Triângulo Mineiro. Futuro jornalista, tem 34 anos de idade e é mineiro de Itaúna.



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