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Na sua opinião, qual formato de rádio deverá passar por uma maior expansão no número de rádios no mercado brasileiro em 2020?

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Sexta-Feira, 21 de Março de 2014 @ 00:00

Wagner Rocha (Waguinho)

Detalhes sobre o mercado de São Paulo e o rádio jovem.
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Hoje o Tudo Rádio publica para você a primeira entrevista de 2014, ano que reservará muitas novidades para o radio de todo o país. E o primeiro papo aborda as áreas artística e comercial de uma das principais rádios de São Paulo. A idéia é ajudar o rádio com referências de trabalhos que estão colhendo resultados positivos em diferentes regiões do país. E o Wagner Rocha, mais conhecido como Waguinho, vai contar um pouco sobre o trabalho feito atualmente na Matropolitana FM e suas impressões sobre o rádio de São Paulo. Boa leitura!

Waguinho, como foi voltar para a Metropolitana FM após seis anos de 89 FM?

Essa volta para a Metropolitana foi muito gratificante! Quando o Jayr me convidou não pensei duas vezes. Juntos, nós fizemos uma revolução no meio jovem entre 2002 e 2006. Abrimos para o segmento black e a rádio se tornou uma referência, chegando no final de 2006 a ficar em primeiro lugar no segmento.

Quais foram as principais mudanças realizadas pela sua gestão artística após a volta à Metropolitana?

Às vezes a gente demora a enxergar o que o nosso ouvinte quer e rola até um preconceito de quem faz rádio. Para esse novo projeto da Metropolitana projetamos uma rádio com uma programação mais aberta! Hoje a Metropolitana Toca Todas, o que é sucesso, o que o nosso ouvinte gosta a gente toca, e isso em todos os gêneros.

A Metropolitana tem chamado atenção do mercado não só pela audiência crescente, mas também pelos projetos especiais. Esse é o principal modelo de negócio da rádio ou segue sendo a tradicional venda de spot?

A gente vai além do spot… todo projeto que apresentamos ao cliente, pode ter o spot e também toda uma ação desenvolvida, só para ele. Hoje, o nosso comercial atráves do dir. Cristiano Castilho é muito aliado ao artístico e isso tem nos ajudado bastante.

E como chegar nesse modelo de projetos especiais? Além da questão comercial eles também auxiliam no retorno de marca e de audiência?

A nossa marca na rua é muito importante. através desses projetos especias a gente reforça o nome Metropolitana, cria afinidade com ouvinte e também ajuda na audiência

Como você vê hoje o segmento jovem de São Paulo? Está mais competitivo em relação à sua fase na 89?

Eu vejo o segmento muito forte e vejo também rádios jovens bem distintas. Algumas dando ênfase maior ao jornalismo, outras mais teens e a Metropolitana com uma programação mais aberta. A competição é sempre muito grande, pois temos ótimos profissionais exercendo os seus trabalhos.

Várias emissoras apresentaram mudanças ou reorganizaram os seus projetos artísticos desde o inicio do ano passado. A Metropolitana FM também passou por essa fase em 2013. Isso movimentou o mercado? Resultou em um maior interesse comercial por parte do mercado e também elevou a audiência do meio?

O Meio rádio vem crescendo em 2014. Isso prova um movimento grande das rádios. Hoje, falamos com quase 3 milhões de ouvintes Ele está todo lugar, no carro, no celular, trabalho e na internet. E para se invovar em meio a tantas mídias só sendo muito criativo e atraente para o ouvinte. Quem faz o meio rádio crescer é o próprio meio.

O segmento jovem tem apresentado um crescimento contínuo nos últimos meses. Na sua opinião o que contribuiu para essa elevação dos números?

Estamos fazendo uma rádio que eles gostam! Mais atraente com uma programação acertada

Você enxerga o mercado publicitário mais interessado em rádio nesse ano do que em 2013 e 2012?

Todos os anos é uma briga! Aqui na Metropolitana tivemos um crescimento muito bom a partir do segundo semestre de 2013 e temos mantido isso até agora. Nossa expectativa é de crescer ainda mais até o final de 2014.

E a internet? Já é relevante para vocês em relação à audiência? Ou segue complementar às atividades via FM?

Ainda é um complemento. A audiência maior ainda está no Rádio tradicional. Claro, que a internet ajuda bastante, principalmente, em ações onde se tem transmissão de shows, ao vivo, via streaming. A gente fez isso no nosso projeto verão onde chegamos a ter mais de 10 mil ouvintes simultâneos, vendo os nossos shows na Praia da Enseada no Guarujá.

O Instituto Ibope vai passar a considerar a audiência proveniente dos celulares (FM e internet). Isso deve influenciar de forma significativa nos números das rádios? Terá algum segmento que será mais beneficiado por essa novidade?

Eu acho que vai ajudar de maneira geral. Não vejo nenhum segmento específico se beneficiando com isso. Hoje, se você perguntar para 10 pessoas onde você ouve a sua rádio favorita? 5 dirão que ouvem no rádio e 5 dirão que ouvem pelo celular.

E a sua expectativa para a Metropolitana? Existe alguma meta que você pode nos revelar?

A nossa meta é continuar crescendo, agradando aos ouvintes, com respeito aos clientes e parceiros. Já estamos entre as 10 mais ouvidas, vamos tentar a chegar entre as 8 mais até o fim do ano.

Você segue com a sua produtora Multiplay e, através dela, atua em diferentes mercados brasileiros. O rádio está em alta nessas praças? Tem ocorrido investimentos no meio?

Tem sim, temos algumas praças como BH, Brasília, interior de São paulo e outras que investem muito em suas plásticas e projetos. Ainda bem que temos o tradicional “Quero trocar tudo”

Para finalizar, o que você gostaria de destacar sobre as novidades na Metropolitana e também na Multiplay?

Na Metropolitana teremomos várias ações durante a Copa do Mundo e também shows exclusivos com Jota Quest em junho, o Rappa em julho e Seu Jorge em agosto e muitos outros projetos rolando. Na Multiplay estamos lançando agora o Craque da Copa – um game de perguntas e respostas e o pacote Accent Hits Copa do Mundo” com vinhetas exclusivas para deixar a rádio no clima do mairo evento esportivo do planeta.

Obrigado pela oportunidade. Admiro e sou muito fã do Tudo Rádio.

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Daniel Starck

Daniel Starck é empresario, jornalista e proprietário do tudoradio.com (veiculo que atua há mais de 17 anos voltado aos interesses do rádio brasileiro e de seus ouvintes). Formado em Comunicação Social / Jornalismo pela PUCPR, Daniel também já teve passagens por rádios como CBN, Rádio Clube e Rádio Paraná. Também atua como consultor nas áreas artística e digital.



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