




Quarta-Feira, 26 de Agosto de 2026 @ 13:09
São Paulo - Levantamento com profissionais C-Level também destaca Rádio Bandeirantes e Jovem Pan entre as emissoras mais citadas
A CBN manteve a liderança entre as rádios de notícias preferidas por executivos brasileiros, de acordo com a segunda edição da pesquisa “Hábitos de consumo de informação do C-Level no Brasil”, divulgada nesta quarta-feira (26). O levantamento foi realizado pela agência InPress Porter Novelli em parceria com o Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados (IBPAD) e mostra que a emissora foi citada por 54% dos entrevistados, acima dos 52% registrados na edição de 2021.
Na categoria que contempla as emissoras de rádio, aparecem, na sequência, a Rádio Bandeirantes, com 25% das citações, e a Jovem Pan, com 23%. Como os participantes puderam indicar dois ou três veículos nas diferentes categorias analisadas pelo levantamento, a soma dos percentuais não corresponde a 100%.
A pesquisa foi realizada entre abril e julho deste ano e ouviu 107 executivos em cargos de direção, vice-presidência e presidência, distribuídos por 13 setores da economia. Segundo o estudo, 90% dos entrevistados atuam em empresas de grande porte.
O levantamento também aponta que a maioria dos executivos dedica, em média, cerca de duas horas por dia ao consumo de informações. Desse período, 73 minutos são destinados ao acompanhamento do noticiário geral.
Além dos veículos mais consumidos, o estudo mapeou a percepção dos executivos sobre os jornalistas e colunistas considerados mais influentes da imprensa nacional. A lista é liderada por Lauro Jardim, colunista de O Globo e também integrante da CBN, com 15% das citações. Na sequência aparece Malu Gaspar, de O Globo, CBN e GloboNews, com 14%.
Também figuram entre os nomes mais citados William Waack, com 13%; Míriam Leitão, que atua em O Globo, Globo, GloboNews e CBN, com 12%; e Natuza Nery, com 7%.
Segundo Lúcia Calasso, vice-presidente de atendimento da InPress Porter Novelli, as redes sociais passaram a funcionar como uma espécie de monitoramento do noticiário ao longo da jornada de informação dos executivos, enquanto os veículos tradicionais seguem associados à validação e à credibilidade das informações consumidas.
O levantamento também identificou presença crescente da inteligência artificial nesse processo. Entre os 90% dos entrevistados que afirmaram trabalhar com ferramentas de IA, 28% disseram utilizá-las para se informar. Ainda assim, de acordo com a pesquisa, quando o assunto envolve notícias, esses executivos buscam confirmar as informações em fontes que consideram reconhecidas e confiáveis.



