Tudo Rádio
ÚLTIMAS DA
REDAÇÃO
NotíciaCarlos Massaro

Painel do SET Nordeste debate se o rádio é a mídia do futuro

Painel do SET Nordeste debate se o rádio é a mídia do futuro

Recife – Painel vislumbrou o futuro de uma mídia que passa por uma profunda transformação.


A SET realizou na quinta-feira (19) o SET Regionais Nordeste, evento que ocorreu no Mar Hotel Recife, na capital pernambucana e reuniu diversos radiodifusores e profissionais da mídia e broadcast. Entre os assuntos que foram abordados no evento, o painel “Novas tecnologias e audiência. O Rádio é a mídia do futuro?”, foi moderado por Igor Maciel, Colunista de Política do Jornal do Commercio e Comunicador da Rádio Jornal FM 90.3 do Recife, e teve a participação de Willame Souza, diretor executivo do Grupo Asa Branca; Nill Júnior, presidente da Asserpe e Renata de Paula Marques, gerente comercial Norte e Nordeste da Kantar IBOPE Media.

adstexto

Em sua abordagem, Renata explicou que “90% dos brasileiros ouvem algum tipo de áudio”, e destacou, ainda, que “o rádio não está morrendo”. A gerente comercial Norte e Nordeste da Kantar IBOPE Media frisou também que “o rádio não apenas sobrevive, mas prospera na era digital. Seu som característico continua a preencher espaços vazios e a unir vozes dispersas. Como uma melodia familiar, ele permanece um companheiro confiável nas jornadas diárias dos brasileiros, alinhando-se com a evolução do tempo sem jamais perder sua essência atemporal”.

Outro destaque é que, segundo ela, o rádio segue sendo rápido (83%) e conserva a credibilidade, por isso 76% das pessoas acreditam nas notícias do rádio. “O principal expoente do áudio na mídia, o rádio se mantém em constante evolução, atualizando-se para estar sempre presente na jornada dos ouvintes em vários conteúdos e formatos”, ressaltou Renata. 


SET Nrdeste debateu o rádio e o futuro da mídia - Foto: SET

Ainda durante o painel, foi destacado que 53% das pessoas afirmaram que prestam atenção aos anúncios do rádio. Entre os formatos top de propaganda em áudio mais lembrados pelos ouvintes de rádio são: 50% lembram de comerciais entre os programas e as músicas; 27% lembram de ações publicitárias feitas por locutores durante os programas; e 25% lembram de promoções dentro da programação da emissora. Vale ressaltar que esses dados também foram assuntos divulgados pelo tudoradio.com.

Willame Souza disse que o rádio evoluiu. “O outro dia assisti/ouvi a rádio CBN no Globoplay e me perguntei o que estava ouvindo. Consumimos rádio em diferentes plataformas, hoje não há um veículo com essa capilaridade”, frisou o diretor executivo do Grupo Asa Branca.

Souza também alertou para uso da Inteligência Artificial que, segundo ele, vai completar a humanização do rádio. “Temos de tirar proveito dos algoritmos e assim personalizar o rádio. Já consumimos de forma personalizada, e o rádio precisa acompanhar”, afirmou.

Nill Júnior, da Asserpe, disse que o rádio tem uma importância enorme, salvando pessoas dentro e fora da rádio no Nordeste. “O rádio continua rompendo fronteiras e uma delas foi a de adotar a multiplataforma com novos formatos de publicidade. Os desafios estão em não ficar preso ao nosso passado”, ressaltou.

+ Inside Áudio 2023: A resiliência do rádio brasileiro na era digital

Com informações de Fernando Moura e Tito Liberato da SET

Compartilhar:
Carlos Massaro

Carlos Massaro

  • Carlos Massaro – Radialista e jornalista, já atuou como coordenador artístico da Band FM de Promissão/SP e como locutor nas afiliadas da Band FM em Ourinhos/SP e na Interativa FM de Avaré/SP. Também trabalhou como jornalista na Hot 107 FM 107.7 de Lençóis Paulista/SP, além da Jovem Pan FM 88.9 e Divisa FM 93.3, ambas de Ourinhos/SP. É advogado inscrito na OAB/SP e membro efetivo regional da Comissão Estadual de Defesa do Consumidor da OAB/SP. Está no tudoradio.com desde 2009, sendo responsável pela atualização diária da redação do portal. LinkedIn
  • Leia também